Janethi MenezesTerapia MRE

O passado ainda dispara alarmes no seu presente?

Imagine um detector de fumaça que disparou durante um incêndio. Depois da experiência, ele ficou muito sensível: até o vapor de uma panela ou uma torrada queimada pode acionar o alarme.

Com os gatilhos, pode acontecer algo parecido. Uma palavra, um tom de voz ou uma situação semelhante à vivida pode despertar medo, tensão ou vontade de fugir. O cérebro tenta proteger a pessoa, mas às vezes reage ao sinal do passado como se o perigo estivesse acontecendo agora.

O gatilho toca o alarme; a reação é a sirene. Com cuidado, podemos perceber o que a acionou e verificar: “Há perigo neste momento ou algo me fez lembrar de uma experiência antiga?”

Um gatilho pode estar relacionado a uma experiência traumática, mas, sozinho, não comprova a origem da reação nem confirma um trauma.

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